Acabou!
Meu dia acabou e podem me perguntar o que foi que eu fiz dele que não vou lembrar. Tomei uma paulada de um negócio chamado trabalho e fiquei desacordado por mais de 8 horas. Não sentia as minhas pernas, meus braços pareciam não ser meus, os movimentos eram totalmente involuntários. Quando olhava para os lados eu não enchergava,apenas olhava. Perdi os sentindos. É ruim levar uma pancada que te deixa assim e vai te arrastando para lugares que muitas vezes nem queremos estar ou ir. Mas como dizem que um pouco de mal é necessário para se viver em equílibrio com o bem, pouco tenho ligado para essa paulada,que é diária.
Para começar.
Tirar a roupa toda e fazer um arremesso de três pontos no cesto de roupa suja e retomar a consciência depois de uma paulada não tem MasterCard que pague. É que não tem mesmo. Sentir a água limpar toda a sujeira que a paulada lhe trouxe durante as mais de 8 horas também não tem oração que pague. O dia começa quando ele é nosso, quando a gente pode fazer o que bem entender ou não fazer nada, ficar de molho até a barbar crescer e os cabelos pedirem para ser cortados. São pequenos prazeres que uma paulada diária nos proporciona, nos liberta das nossa própria pseuda-liberdade. Hoje eu quero escrever,fotografar e dormir um pouquinho com a chuva batendo no meu telhado. Só isso!
Fim
Quando as nossas atividades acabam a seguinte frase vem no pensamento: "E agora o que vou fazer?"
- Eu vou ficar lá no fim que é para ser o primeiro a sair.
Nenhum comentário:
Postar um comentário